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48 episódios

Vibe coding para priorizar o roadmap de produto de uma fintech global

Desenvolvedor de formação, com mais de 20 anos em tecnologia, negócios e produto. David Lopes, Vice-presidente de Produto da Movantis, conta como usou IA para organizar o portfólio de uma fintech global de pagamentos cross-border que movimenta mais de 65 bilhões de dólares por ano. A Movantis atua nos Estados Unidos e na América Latina com pay-in, pay-out, issuing, wallets, remessas e stablecoins, e reúne cerca de 10 empresas adquiridas e um time de produto espalhado por mais de 10 países.

Vibe coding nas empresas e a governança de 5 mil devs fora da TI

Biólogo molecular de formação, hoje morando em São Francisco e trabalhando com IA. Lorhan Caproni, cofundador e CEO da Sprav.ai, conta como a IA “deu um tapa no tabuleiro” do negócio. Clientes que tinham 50 desenvolvedores passaram a ter 5 mil pessoas criando scripts com vibe coding. A Sprav.ai passou pela Y Combinator, recebeu investimento do SoftBank e atende empresas como Bayer, LG, XP, Sicredi, QuintoAndar e Stone em mais de 70 países. No episódio, ele mostra como o Sprave, novo produto da empresa, dá visibilidade sobre o código criado fora da TI, do Python que virou a nova macro de Excel ao HTML que virou o novo PowerPoint. Conta o caso de um SAP que caiu com um monte de scripts batendo na mesma tela e o de uma automação feita por um usuário que pode economizar 500 mil euros por ano se levada para a empresa inteira. Fala ainda de custo de inferência, FinOps e do apetite ao risco das empresas americanas comparado ao das brasileiras. Fica a provocação: se todo mundo pode construir, quem está governando o que está sendo feito?

IA sem trade-off numa corretora de plano de saúde

Felipe Baeta, CEO da Piwi, e Josef Bauman, partner da empresa, contam como a inteligência artificial está transformando uma corretora de plano de saúde com 20 mil beneficiários, cerca de 600 contratos e foco em pequenas e médias empresas de ticket médio-alto. Em 7 anos de operação, a Piwi saiu de um mercado que ainda funcionava com malote e chegou a agentes de IA que nutrem leads no tom de voz do CEO, geram cotações a partir da transcrição de uma discovery call e eliminaram a consulta manual diária às operadoras. No episódio, eles explicam como a IA rompeu o trade-off entre ganhar capacidade e manter a experiência do cliente. Contam como a empresa chegou a NPS 92, com 70% da conversão vinda de indicação, e qual foi o erro de subestimar o custo de sustentação dos agentes. Também falam sobre a capacitação da liderança, a tese da Sequoia Capital para empresas de serviços e o cuidado com o lado humano no atendimento em saúde. Fica a provocação: se nunca foi tão fácil construir algo inútil, como acertar as prioridades do roadmap de IA?

Governança de IA numa fintech de R$1 trilhão

Advogado por 20 anos e hoje desenvolvedor ativo dentro da própria empresa. Alexandre Assolini, fundador e CEO da Vórtx, fintech que tem cerca de R$1 trilhão em operações sob sua custódia e administração, conta como criou com vibe coding uma aplicação de gestão do partnership da companhia. A aplicação já está em produção, soma 260 pull requests e vai ganhar um mercado secundário de ações entre colaboradores.

Time de 12 que entrega como 60: a empresa agêntica

Um time de 12 pessoas que entrega o trabalho de 60. Foi assim que um cliente descreveu o Dalton Lab, e é daí que parte a conversa com Rodrigo Spinola, sócio fundador e CEO da empresa que venceu a competição de pitch do Web Summit Rio entre 1.400 startups, a primeira empresa de serviços a levar o prêmio. Da diferença entre um GPT customizado e um agente de verdade aos 6 agentes que organizam a rotina de um CEO, o episódio mostra como tirar o trabalho robótico das pessoas e crescer sem inchar o time. Fica uma provocação: no futuro, contratar um executivo vai funcionar como um M&A?

O verdadeiro papel dos datacenters de IA

Para que o output de IA que muda o jogo chegue para você, a demanda energética da IA demanda tecnologia, inovação e evolução constante. Flávio Marques, Senior Manager da Lightera mostra como o negócio vem liderando essa onda.