EP 19

Inteligência Artificial e Liderança do Futuro

Uma conversa sobre o impacto real da inteligência artificial nas organizações e o novo papel da liderança diante dessa transformação.

20 out 2025
Reynaldo Gama

CONVIDADO

Reynaldo Gama

HSM | Singularity Brazil

Transcrição do episódio

[00:00:10.09] – Fred Pericini

Olá, eu sou Fred Pericini, sócio fundador da agência F2F Gaspers.ai. Estamos mais uma vez aqui numa gravação. E aí, Fih, como você tá?

[00:00:22.18] – Filipe Xavier

Tô ótimo, pronto para desvendar um pouco mais desse esse universo maravilhoso, né, de oportunidades de inteligência artificial que a gente tanto gosta, né, Fred? Temos com a gente dois convidados. Deixa eu consertar, porque nós temos na segunda temporada quem com a gente sempre, Fred?

[00:00:39.27] – Fred Pericini

SoftBank, patrocinador oficial da segunda temporada. Uma grande honra tê-los com a gente apoiando para que esse projeto continue impactando positivamente vocês.

[00:00:51.15] – Filipe Xavier

É isso aí. E além do SoftBank, hoje a gente vai bater um papo especial com o Reynaldo. Reynaldo, para a gente abrir essa conversa, conta para nós quem é você.

[00:01:00.23] – Reynaldo Gama

Prazer, primeiro prazer. Obrigado pelo convite. Meu nome é Reynaldo Gama. Hoje eu estou como CEO da HSM e da Singularity University aqui no Brasil. Trabalho com educação há 6 anos, mas vivo educação há muitos mais anos. Educação a gente vive desde o momento que a gente Vive, a gente está aprendendo, está sempre aprendendo. Venho do mercado financeiro, mais de 15 anos no mercado financeiro e nos últimos 6 anos trabalhando com educação. Vim para assumir a HSM, que é uma grande plataforma de educação corporativa, que faz parte hoje do ecossistema Ânima Educação e a Singularity University, que hoje nós temos uma joint venture com a Singularity University, que ama esse tema AI, já fala há muito tempo. O Peter Diamandis e o Ray Kurzweil são grandes entusiastas desde lá de 2008, Quando eles fundaram a Singularity, eles já vêm tratando o tema.

[00:01:54.00] – Filipe Xavier

Acho que a Singularity é um berço de todo mundo que quer dar um passo diferente na sua carreira. Muita inovação acontece lá. Pelo menos daqui do Brasil, tudo que a gente ouve de Singularity é muito potente. Então vai ser legal explorar um pouquinho como você conecta isso com HSM e tudo mais.

[00:02:13.07] – Fred Pericini

Eu tenho um recall de educação executiva fora da caixa, eu diria. É boa. Não tão tradicional.

[00:02:21.09] – Reynaldo Gama

Boa.

[00:02:22.11] – Fred Pericini

Inovação. Mas eu gostaria de ouvir de você um pouco mais sobre o que é a HSM, porque talvez alguns dos nossos ouvintes não conheçam, e o que é Singularity University.

[00:02:34.23] – Reynaldo Gama

Bom, eu costumo dizer que a HSM ela não é um unicórnio, mas ela é uma fênix, porque ela trabalha há 38 anos, ela existe há 38 anos, ela foi fundada por um grande guru hoje em dia, um grande best-seller, José Saliba Neto, Ele é o S do HSM, e pelo Harry e pela Marina, por mais duas pessoas. E eles venderam para a HSM 100% das operações em 2013. Tinham outras pessoas envolvidas, outros donos, e a HSM começou muito no Brasil trazendo eventos, grandes nomes: Peter Drucker, Jim Collins, para os grandes eventos. E ela foi, depois ela lançou a revista e ela foi trabalhando educação, muito educação premium, e ela foi mergulhando nesse mercado de educação até que em 2013 a Ânima compra a HSM para olhar esse lifelong learning, para olhar essa educação ao longo da vida, não só dentro das empresas, mas também para os indivíduos que queiram se atualizar, se desenvolver. Então, a HSM é essa grande plataforma de educação que já impactou mais de 1 milhão de pessoas com educação. São 25 anos fazendo o HSM+, hoje que é o antigo HSM Expo Management. Esse ano nós vamos trazer o Yuval Harari, o Peter Aitcha e tantos dos mais de 200 nomes em 2 dias, dia 6 e 7 de novembro.

[00:04:03.12] – Reynaldo Gama

A gente trabalha essa parte de conteúdo. Nós somos um one-stop solution quando a gente fala de educação. Então, desde programas abertos até programas in-company, tailor-made, a gente atende uma média de 400 empresas por ano. E a gente se tornou sócio da Singularity University em 2019, montou uma JV, né? E a Singularity University, como eu disse, fundada pelo Peter Diamandis e pelo Ray Kurzweil lá no Vale do Silício. A sede deles era ali na NASA, por muitos anos foi ali na NASA, depois da pandemia mudou um pouquinho. E a Singularity, ela é essa escola que sempre saiu do tradicional buscando abundância, buscando olhar tecnologia por um outro lado, tecnologia com negócio, essas tecnologias exponenciais. E a gente trouxe para o Brasil e tem sido um sucesso desde 2019. E abordando, acho que o nosso principal carro-chefe é o Executive Program, é um programa que nós fazemos de 3 dias e meio para executivos, que a gente aborda todas as tecnologias exponenciais, inclusive a inteligência artificial. Então, para não me estender mais aqui, é um pouco fazer um pitch elevator aqui, acho que eu gastei mais de uns 2 minutinhos, é um pouco disso.

[00:05:14.11] – Filipe Xavier

Na tua resposta, duas coisas são bem curiosas. A Joy Venture culmina ali no seu ano de chegada. Então, muito provavelmente você já trouxe essa missão, essa incumbência de fazer alguma coisa acontecer nesse sentido. Então, eu queria dar uma olhadinha para trás, como é que estava a gestão ali em 2019? Por que vocês fizeram essa aposta? E se já existia inteligência artificial nessa conversa lá em 2019?

[00:05:39.07] – Reynaldo Gama

Cara, é muito legal essa pergunta, porque quando a gente Quando eu assumi, fui convidado para assumir a HSM em 2019, já tinha esse namoro de trazer a Singularity para o Brasil, porque nós víamos a Singularity como, sempre admiramos muito, ela já foi eleita por diversas vezes uma das top 10 escolas, melhores escolas de inovação do mundo. Eu antes já tinha estudado na Singularity, os sócios ali já tinham tido muitas interações, então a gente queria, como é que a gente traz isso, né? E o Peter Diamandis, ele tem uma frase que é muito famosa, que ele fala que o melhor jeito de se tornar um bilionário é impactando 1 bilhão de pessoas. E a missão da Singularity é impactar 1 bilhão de pessoas. E a gente brincou que, poxa, deixa a gente ajudar, que tem mais de 200 milhões de brasileiros aqui, deixa a gente ajudar nessa missão. E aí a HSM tava num momento muito de transformação para educação. Ela ali em 2019, 60% do faturamento dela vinha ainda de eventos. E quando eu cheguei, a missão era muito de digitalizar, de olhar para esse lugar mais digital e de se tornar de fato uma empresa majoritariamente de educação.

[00:06:54.18] – Reynaldo Gama

E foi isso que a gente fez. Hoje ela é uma empresa que 85% do faturamento vem de educação, majoritariamente uma empresa B2B. Então a gente também, 85%, 80% vem de empresas que compram da gente. E ela passou uma transformação muito grande, triplicou de tamanho nos últimos 6 anos e olhando muito esse lado tecnologia e negócios com Singularity. Então, trazendo a parte de soft skill, que a gente não gosta muito desse nome de soft skill, porque a gente fala que de soft não tem nada, empatia, adaptabilidade, não tem nada de soft, mas a gente traz um pouco desse que a HSM trata muito, essas habilidades que a gente gosta de chamar de essential skills, de habilidades essenciais, essas habilidades essenciais para o dia de hoje com as tecnologias exponenciais da Singularity, com esse lado mais hard skill, com esse lado mais tech. Então a gente fez esse human tech aqui unindo essas duas forças e tem sido incrível, né? Nós hoje, a Singularity tem hoje 8 parceiros locais no mundo e nós somos os que mais realizaram programas e o que mais crescemos nos últimos anos. Já realizamos 15 Executive Programs, já impactamos mais de 10 mil executivos, enfim, os números são muito interessantes e essa foi a toada.

[00:08:15.02] – Reynaldo Gama

Então, é isso que a gente vem trazendo. E sim, em 2019 a Singularity já falava de inteligência artificial. O Ray Kurzweil é um futurista incrível, ele fala de inteligência artificial há muitos anos, ele tem um livro que fala da singularidade, que a singularidade está perto. Porque ele trazia muito isso de fazer um download através da sua pessoa com a IA. Então a gente já vinha tratando, já vinha falando, mas evoluiu muito e veio mais rápido do que a gente imaginava.

[00:08:47.12] – Fred Pericini

Então bora entrar no nosso papo de IA?

[00:08:49.19] – Filipe Xavier

Bora!

[00:08:50.15] – Fred Pericini

Você está liderando a educação executiva de alto nível no Brasil. Como você enxerga a inteligência artificial? Uma ondinha passageira?

[00:09:01.05] – Reynaldo Gama

Não, cara, definitivamente não é. Acho que se a gente achar que é uma… Que é uma bolha, que é uma onda, eu acho que, na verdade, eu acho que a gente subestima. A gente ainda está na fase da ponta do iceberg. Eu acho que tem muita coisa que vai ter. A gente, na Singularity, o Peter tinha, tem, na verdade, a teoria dos 6 Ds, né? E a gente está agora muito nessa fase meio dessa dúvida, né, que ele chama de deception, que é uma coisa, vai dar certo ou não vai? A gente está começando a ver um monte de artigo de 99% dos casos de implantação nas empresas falham. E aí tem aqueles pessimistas de implantação: Está lá, está vendo? É uma bolha, isso aí não vai dar em nada. E, na verdade, a gente está vendo uma revolução muito grande no modo de computação, no modo de evolução tecnológica. Então, não vejo, eu acho que tem coisas que estão sim superestimadas, Tem coisas que estão subestimadas e a gente vai entender aonde que vão ser os melhores usos. Mas de fato é uma tecnologia que é aquela coisa, né, uma vez que você viu não dá para desver, né?

[00:10:13.06] – Reynaldo Gama

Não vai dar para a gente voltar mais, não tem mais como, né, você sair disso. Então tem empresas que estão com cases muito interessantes e que estão ali escondidinhas. Tem bancos que eu conheço aí que estão fazendo trabalhos incríveis ali com áreas que estão só crescendo em IA e estão ali só no underpromise, overdeliver. E eu acho que está um pouco disso. A gente está testando, de fato não vejo como uma bolha. Eu acho que tem coisa que a gente vai entender ainda o que é, onde são os lugares de melhor acesso e de melhores ganhos.

[00:10:52.12] – Filipe Xavier

A gente compartilha bastante da sua visão desse potencial e tem uma coisa que a gente fala aqui bastante é inteligência artificial era uma coisa que já estava aí e a inteligência artificial generativa é o que fez mais gente acordar para os potenciais transformadores. Quando você pensa hoje no seu cardápio, você é, já dá para você dizer que inteligência artificial generativa tá na sua grade como oferta para gestão dos executivos? Isso já está movimentando o seu negócio de uma maneira diferente?

[00:11:26.11] – Reynaldo Gama

Hoje a minha demanda, eu diria para você que é o top 3 hoje das demandas dos RHs e dos CEOs. A gente hoje, 80% de quem eu atendo hoje, seja como HCM, seja como Singularity, são os CROs, os diretores de RH, os vice-presidentes de pessoas. E 20% são os CEOs. E é assim, Tá todo mundo de fato querendo se realfabetizar. Recentemente a gente fez um programa chamado Missão AI com a Singularity e um dos CEOs comentou, né? Ele falou assim, puxa, hoje eu fui realfabetizado. Porque é uma realfabetização, é um universo. E eu tô falando 3 meses atrás, eu tava comentando antes aqui, a gente tava batendo papo, foi um programa de 1 dia que a gente pegou 8 ferramentas para 35 CEOs. Então Perplexity, Gemini, pegamos as mais comuns, a Gemini, mas pegamos o Lovable, pegamos… Então CEO entrando no Lovable entendendo Como é que eu levo? Entendendo o Perplexity, entendendo o N8N, entendendo o Clodo, eles entrando nessas ferramentas e era barato porque ele entrava em uma, nossa, meu CMO precisa ver isso, nossa, meu CFO precisa ver isso. Então é uma descoberta muito interessante e ainda ela é muito embrionária porque num programa de um dia com uma hora e meia em cada ferramenta, É você ensinar ali no Word abrir novo documento, entendeu?

[00:12:57.23] – Fred Pericini

Não chega nem no somar C do Excel.

[00:12:59.15] – Reynaldo Gama

Imagina, um novo documento, abrir novo documento e caixa de texto. E você escrever o texto. Putz, nossa, eu escrevo aqui e sai ali o texto? É, em uma hora e meia era isso que dava para ensinar. E aí o cara fica muito nessa demanda, ele fica com essa vontade. Puxa, como é que eu boto isso? Como é que eu boto isso nos meus processos? Como é que eu levo isso para o meu CMO? Como é que eu levo para o meu CFO? Como é que eu levo para o meu CRO? Como é que eu levo para o meu diretor de produtos? Como é que eu levo para a minha base? Então, a demanda ela está muito crescente, mas tem uma parte que a gente passou do inspiring. Então, eu falo que não adianta mais a gente ir para as empresas e aí, ai, vai mudar o mundo e lá lá lá. Não, esse cara já passou disso. Agora ele está no discovery. Então, ele está no discovery que é diferente, é uma etapa maior ali do inspiring. Ele já entendeu que aquilo mudou, ele já entendeu que aquilo tem um uso e ele agora precisa do discovery.

[00:13:54.20] – Reynaldo Gama

Para onde na minha indústria aquilo vai funcionar? E aí depois tem o delivery. E essa etapa é onde que eu falo tem um chão aqui. O delivery já tem um chão muito grande, né? Você testar, você olhar, você descobrir, putz, eu posso usar aqui, eu posso usar ali, como é que eu faço a governança disso, eu boto meus dados aqui, eu crio minha própria IA, eu crio um ambiente apartado. Então tem várias, vários. Esse é o momento que a gente tá e a demanda ela é recorrente, de novo, do CEO, do CHRO, do CFO, do CMO, de todos os C’s ali, eles estão nessa preocupação e nessa vontade.

[00:14:29.29] – Fred Pericini

O Discovery, eu tenho a sensação que tem um pouco de similaridade com o Inspiring, né? Porque ele é curto, ele é breve.

[00:14:37.13] – Reynaldo Gama

É isso.

[00:14:38.09] – Fred Pericini

É uma pincelada de conhecimento, o CEO não vai chegar até um nível de profundidade por exemplo, programar algo em Python e etc. Agora, a execução tem chão, né?

[00:14:51.26] – Reynaldo Gama

Tem chão, mas é por isso que eu falo que o Inspire, ele tá um pouquinho, o Discover, ele tá um pouquinho maior porque ele vai tentar fazer, criar as conexões, tipo, puxa, isso aqui será que eu não posso usar? Meu CFO não pode usar isso aqui para os agentes no processo de atendimento?

[00:15:09.15] – Filipe Xavier

É como se ele tivesse que engolir a pílula.

[00:15:11.15] – Reynaldo Gama

É isso, ele tá ali, então ele é uma etapa curta assim, E o delivery, ele é uma coisa que ela vai, de novo, não é só o CIO, não é, de fato aqui é pegar todo mundo na mão, é o CFO precisa acreditar que aquilo, né, e eu vejo a luta do CIO, do CTO hoje nessa, putz, o que que ele vai, o que que ele aprova, putz, eu compro todas as licenças, não compro todas as licenças, qual ferramenta eu coloco, o que que eu plugo aqui, o que que eu não plugo Qual que é a governança, né? O cara que tá criando, putz, beleza, eu dou love ball para todo mundo aqui, todo mundo vai ficar criando os teus prompts, os teus usos ali, como é que eu governo isso?

[00:16:01.08] – Fred Pericini

Quais riscos eu tô correndo?

[00:16:03.04] – Reynaldo Gama

Como é que isso vai para todos? Porque se o cara tem o dele ali, ele criou o mini BI dele, Como é que isso chega para o analista sênior, para o júnior, para o outro? Então agora essas— e aí começa a entrar numa complexidade interessante que precisa de toda organização.

[00:16:19.17] – Fred Pericini

Eu tenho um depoimento e uma dúvida atrelada. Eu tenho usado há muito o GPT e o GPT, por ele ter sido a primeira ferramenta, eu aprofundei, né? Cria agente, sobe bases, etc. E a gente entrevistando uma pessoa aqui falou do Manus.ai. E cara, eu resolvi minhas apresentações com o Manus e aí eu fui para cima da ferramenta, aprendi, amei e paguei também, tá, cara? Porque a gente fala aqui sobre isso.

[00:16:54.15] – Filipe Xavier

A versão paga entrega.

[00:16:56.08] – Reynaldo Gama

A versão paga é outra experiência, como tudo.

[00:16:59.25] – Fred Pericini

No caso do Manus ainda te dá um desespero de não pagar, porque você gera seu PPT e você tem dificuldade de extrair se você não não paga. E você tá com o negócio pronto ali. Só que, como você disse, né, tem mais um monte infinito. Perplexity, N8N, agora o Gemini com Nano Banana, com estúdio de criação de imagem. Cara, como você vê esse emaranhado de soluções e a adoção Porque cada um é melhor num assunto. Como você enxerga isso?

[00:17:37.07] – Reynaldo Gama

Vamos lá, né, cara? Tô com 40 anos. Quando eu comecei o meu processo de estágio, você só tinha que aprender o pacote Office. Só tinha o pacote Office, ele dominava 99,9% das tuas aplicações. Então, se você tivesse pacote Office avançado, o Word, Excel— Agora, cara, É isso, cada hora. Esses dias o Cielo lá da Anya tava me mostrando uma de tabelas, de tabelas e gráficos, mas maravilhosa, que ela criava correlações de gráficos assim, fazia gráfico de ponta-cabeça. E ele também tá— cada uma que você descobre, você fica apaixonado, aí você quer pagar. E aí a hora que você vê, você tá gastando $1.000 por mês aqui em aplicações. E aí você começa a ficar em desuso algumas outras, né? Porque você vai descobrindo e aí você vai ver que elas são, né, algumas são complementares, outras você— então a dificuldade de fato é você entender qual que você vai se aprofundar e para que tipo de coisa você quer, o que que você quer extrair, né? Porque de fato é o que você falou, ChatGPT foi mais fácil para a gente aqui, né? Eu tenho aplicativo aqui no celular, Você paga lá, agora tá na versão 5, e a gente tá usando, a gente cria os agentes, a gente já tem os prompts, ele já te conhece, ele já interage comigo, ele já consegue entender.

[00:19:07.24] – Reynaldo Gama

Quando você vai vendo essas outras ferramentas, você precisa parar. É o que eu falei, acho que todo mundo tem que colocar na agenda. Eu tenho um CEO que ele falou para mim o seguinte, ele falou, Reynaldo, eu coloquei na agenda pelo menos 1 hora e meia para descobrir uma nova ferramenta e preparar uma hora e meia na semana. Então, putz, hoje eu vou, essa semana é a Semana do Manus, então todo dia das 5 às 6:30 eu vou ficar lá batucando e vou tentar ter algum insight. Putz, isso aqui é bom para isso aqui. Aí você, putz, isso aqui ele na verdade ele faz, ele tem 15% de coisa diferente que o Clodo não faz, ou que o, puta, deixa quieto, esse aqui eu não vou, não vou me aprofundar porque eu já tô brincando aqui. Então É um trabalho de discovery. A gente tá no trabalho de discovery, a gente tá no trabalho de entender se vale pagar, se não vale pagar, o que que, né? A gente tá vendo agora, tá todo mundo nessa, todo mundo entendendo que a versão paga ela é de fato, sempre tem um potinho de ouro quando você pega a versão paga, você descobre o menu ali, ele desabilita, né?

[00:20:11.11] – Reynaldo Gama

Então é esse discovery, cara. Eu acho que vai ser um, é um trabalho de de batucar e de trabalho mesmo, de parar um pouco e concentrar.

[00:20:23.01] – Filipe Xavier

Você trouxe uma abordagem que eu gostei, eu vou tentar transformar ela numa provocação para você. Vamos ver se você vem comigo. Essa, esse olhar de soft skills como uma coisa essencial, vamos pensar no seguinte, tá? Inteligência artificial, ela nos potencializa se a gente faz o uso correto. É isso que a gente vai ver, né? Pessoas com mais capacidades. Como a inteligência artificial pode ajudar líderes, gestores, profissionais que queiram evoluir nas habilidades essenciais? Como é que você enxerga isso? É possível, não é possível e como fazer?

[00:20:59.08] – Reynaldo Gama

Ela é possível. De novo, acho que o prompt ele traz uma habilidade essencial que é o da criatividade, do questionar, O do você, quanto, né, você melhor montar o seu prompt, você melhor ali entender, se você mudar a vírgula, se você muda o ponto de interrogação, se você traz um elemento a mais, vem um outro resultado, né. A gente no dia com os CEOs lá, a gente fez um teste, todo mundo mandou o mesmo prompt para uma ferramenta, ela trouxe 4 resultados diferentes. Então, o próprio prompt, ele já vai trazer, dependendo, ele traz um resultado diferente. Então, essa habilidade de você trazer mais a criatividade, você ter mais paciência, é quase que for ser um artesão ali, né? Então, isso para mim é uma habilidade essencial, essa de problemas complexos, de você também fazer essa conexão em, putz, eu tô usando a ferramenta errada, eu tô usando o Perplexity para isso aqui, na verdade o N88N vai trazer um resultado muito melhor. É o que você falou, putz, o Manus, cara, o Manus ele vai muito melhor do que o outro, o Gemini. Agora tem gente que tá preferindo muito mais Gemini do que o GPT.

[00:22:27.13] – Reynaldo Gama

Eles são muito similares, é o que você falou agora, tem outras features ali, Mas tem gente que, putz, e agora a gente está criando, está me lembrando muito a época da pandemia. Não, eu prefiro o Zoom. Não, eu prefiro o Teams. Eu prefiro o Google Meet. Então agora está todo mundo criando também as suas preferências. Não, putz, o chat para mim é… Não, aí também tem os do contra. Eu gosto de pegar aquelas mais underground, aquelas ferramentas mais… Então eu acho que a habilidade essencial para esse momento principal, ela é a criatividade e esse hiperlink cognitivo de você entender. Então, acho que essa é uma habilidade essencial importante de você ir construindo e potencializando com a ferramenta. Eu já tive depoimentos que pessoas me falaram, cara, eu comecei a perguntar melhor. E pessoas assim que usam ChatGPT para viagem, tem gente que substitui o GPT pelo Google, né? Tem gente que fala, tá usando errado. Não sei se tá usando errado, é uma forma de usar, é uma forma de uso, é uma forma de— eu recentemente viajei e virou meu concierge. Então eu tava indo de um país para o outro E aí eu falava, olha, entre Praga e Bratislava tem algum lugar que faz, que vale eu mudar minha rota?

[00:23:57.23] – Reynaldo Gama

Você que já me conhece. Puts, ó, Reynaldo, tem um castelo aqui que te conhecendo tem um restaurante duas estrelas Michelin que você deveria parar tua rota. Cara, é um uso pessoal besta, né? Mas é que tem muita gente, é onde a massa, né, vai, aonde você consegue associar ali isso vai melhorando, vai te trazendo esse questionar, esse olhar, essa curiosidade de, putz, deixa eu ver o que foi que falou, deixa eu ver o que é humano, deixa eu agora pagar. Então acho que ele potencializa sim.

[00:24:29.11] – Fred Pericini

Pessoal, se você planeja sua viagem, você não é um gênio. Se você planeja sua viagem usando AI, parabéns, já é um primeiro uso.

[00:24:40.22] – Reynaldo Gama

Já é um primeiro uso. Continue, vai usando, daqui a pouco você usa, aí você cria agente para reservar, aí você vai brincando, vai evoluindo.

[00:24:48.26] – Fred Pericini

É, agora a gente tem abordado no nosso papo aqui muito o uso pessoal, né? Qual é, quais são as principais diferenças de um uso pessoal para uma adoção institucional, organizacional?

[00:25:06.06] – Reynaldo Gama

O uso pessoal é esse uso do dia a dia, né, cara? Esse uso besta, é esse uso como Google, esse é o uso do Eu tenho uma confraria que a gente proibiu o ChatGPT, porque o do bar é legal para você ficar falando bobagem. Aí você fala um negócio, o cara vai lá e pergunta: não, você falou errado, isso aqui não existe, isso aqui… O cara fica ali. Eu falei: gente, parou de chat, ficou chato conversa de bar agora, porque ele virou isso, ele traz ali para conversa. Então, eu acho que o uso pessoal é um uso que potencializou a agilidade de você conseguir respostas ali de forma muito mais clara. Imagina, recentemente um amigo falou, putz, cara, acabei de fazer, fiz uma petição no ChatGPT, né? Outros falando, ah, putz, eu tô recorrendo de multa no Detran com o ChatGPT, que antes pagava Então é um uso que tem um risco muito baixo, né, tem um risco muito baixo. Então é um belo teu pessoal ali, tudo mais. O institucional, eu tô vendo discussões muito fortes agora assim, né, de pessoas. Eu tava numa reunião agora que a gente ia discutir um tema de M&A, estavam advogados, e um dos advogados entrou com a AI dele ali.

[00:26:35.09] – Reynaldo Gama

E aí um dos advogados falou, olha, se você não se importa, eu gostaria que você tirasse, desabilita aí, desabilita. Por quê? Porque só que isso não impede ele ter colocado o upload dele ali, uploadzinho dele agora. Então é meio assustador porque você tá criando bases para o GPT, você tá criando base para o Gemini, você tá criando coisas, né? Então são assuntos sensíveis, tem dados ali sensíveis. Então Recentemente eu pedi para fazer um comparativo de empresas e você já consegue. Empresas que não têm capital aberto, você já consegue ter uma sensibilidade de faturamento, você consegue ter uma sensibilidade ali que eu fiz uma pesquisa recentemente de HCM e vi ali que ele, olha, está nesse range aqui. Então, é alguém que está usando ali da empresa que está colocando. Então, assim, Ele, o uso pessoal, ele é muito bom para isso, para você trazer agilidade. Acho que você tem esse discovery melhor, você vai entendendo mais isso, mas ele tem, ele agrega muito menos riscos, né? Muito menos riscos no uso desse uso recreativo, né? Tem gente que tá usando o GPT para terapeuta, o que eu acho um perigo. Porque ele tem o bias, ele não vai falar o que eu não quero ouvir.

[00:28:01.17] – Reynaldo Gama

Sim, o GPT ele fala só o que eu quero ouvir, ele é empático, ele é muito empático. Então se você pergunta, teve lá trend lá do quem eu sou, né? Eu não vi ninguém falar você é um mau caráter, eu não vi o GPT falar assim, cara, você é um mau caráter, você é— por isso todo mundo postou, é claro, você olha as coisas, as perguntas que você me faz aqui dá para perceber que você tem um monte de má intenção. É, né?

[00:28:25.24] – Filipe Xavier

Não.

[00:28:26.26] – Reynaldo Gama

Então ele é super, ele é um perigo, você, você, né? E ele tá sendo usado, né? Top 3, cada hora que eu olho aqui, tá, tá num mais uns top 3, ele é para fins terapêuticos. As pessoas estão usando para se consultar amorosamente, para se consultar, para perguntar, ah, olha, eu tive essa conversa aqui, você viu alguma coisa errada? Você sobe lá no, sobe lá no no notebook uma conversa do WhatsApp e faz ele analisar para você. Ah, você acha que eu fui muito… Ele vai falar, ele vai sempre ficar do seu lado. Não, você foi… Olha, talvez aqui você podia ter sido um pouco mais… Nunca você… Então tem um risco, porque você começa assim. Então tem viés. Então para esse uso do dia a dia, Eu acho super positivo e com menos riscos. Para o uso corporativo eu também acho muito positivo, mas precisa começar. Tem uma coisa que eu tenho certeza: a proibição não é o caminho. Sim. Então assim, essa— ah, Renato, então vamos— não, eu acho que a proibição não é o caminho. A inércia não é o caminho. Você ficar parado não é o caminho. É você ficar ali testando.

[00:29:41.26] – Reynaldo Gama

Putz, testa numa área. Putz, abre um pouco mais na outra. Ver como é que vão ficando os flancos ali. Eu acho que esse é um caminho interessante.

[00:29:50.23] – Filipe Xavier

E no ecossistema de educação, você chegou lá em 2019, o desafio de desenvolvimento de líderes mudou? Qual é o maior desafio que você enxerga hoje?

[00:30:02.29] – Reynaldo Gama

Total, cara. Vamos lá. Hoje o que a gente mais tem, se você pegar o top 3, Ele está muito voltado a soft skill, a treinamento de liderança, cultura e liderança. E as coisas são muito cíclicas, né? Então, lá na época da transformação digital, onde as áreas tinham áreas de transformação digital, e todo mundo falou assim, não, o problema não é transformação digital, o problema não é digitalizar, o problema é o mindset, o problema é a cultura. E, de fato, isso serve para AI. É cultura, é mindset, é você mudar os céticos, os que acham que são bolha, os que querem usar só para um fim, os que de fato, putz, cara, isso aqui não vai dar em nada. Então é um trabalho, né? Então hoje o top one é cultura. E aí o que que mudou? Putz, você saiu lá da digitalização, você saiu, puta, tinha cultura de montar né, estrutura Lean, estrutura Agile e todas as nomenclaturas, para agora, putz, você entender o AI, você entender como é que isso vai trazer mais eficiência, mais ganhos de produtividade. Então é você trabalhar isso. Então olha isso, inteligência emocional é um, é um, é um, hoje, se eu pegar de 2019, porque eu assumi em 2019, inteligência emocional não aparecia.

[00:31:35.25] – Filipe Xavier

De 2020, pandemia, pós-pandemia, né?

[00:31:38.01] – Reynaldo Gama

É isso. Então assim, de 2020 para cá, a inteligência emocional segue nos top 3. Então essa parte de inteligência, de como você trabalha, eu tive recentemente um treinamento num grande banco E a gente foi fazer um programa de classificação só dos superintendentes voltados para AI. E aí teve um dos superintendentes, a gente tava numa roda, fazer aquele check-in, como é que você tá sentindo? Aí uma pessoa já mais de idade, e depois que eu descobri que faltam 2 anos para ele se aposentar no banco, e aí perguntou, como é que você tá sentindo? Ele falou, cara, tô sentindo cansado. Eu tenho mais pouco tempo de trabalho aqui e eu não paro de fazer curso. E toda hora eu só queria trabalhar, eu só queria trabalhar, eu só queria sentar na minha mesa e fazer meu trabalho. Mas é toda hora, agora tem que aprender isso, agora tem que aprender isso. E é uma péssima notícia, não vai mudar, né? Não vai. Essa história do lifelong learning, essa história do aprendizado contínuo, essa história, né? De novo, eu tô com 40 anos. Quando eu entrei na faculdade, meu pai chegou para mim e falou, filho, Agora é o seguinte, faz MBA, acabou, você tá garantido.

[00:32:53.17] – Reynaldo Gama

Você agora só fazer, só fazer. Você entrou, se forma.

[00:32:59.02] – Fred Pericini

E ele tava certo, entrei de estágio num grande banco, no Banco Internacional.

[00:33:05.05] – Reynaldo Gama

Quando entrei no estágio, agora você falou, filho, ó, agora é o seguinte, é só seguir aqui, ó, vai, planilha embaixo do braço, caixinha. Você terminou, daqui 2 anos faz uma pós, um MBA. E você tá, você vai aposentar aí 30 aninhos muito bem, baralho. Cara, hoje, que que é parar de, que que é se formar, o que que é parar? Não tem como, né? Então essa parte, né, de treinamento e desenvolvimento, ela nunca— eu tô, HSM esse ano tá entregando uma média de 40 projetos por semana para empresa, é o nosso Sim, é um ano histórico para a gente. A gente vem numa crescente muito grande e esse ano, cada ano eu brinco, putz, ano histórico, ano histórico. Os amigos acham que até eu fico, que eu estou inflando demais, mas não é, é porque a tendência está crescendo muito de capacitação.

[00:33:57.05] – Fred Pericini

Eu concluo aqui na nossa conversa que AI mudou mesmo o ponteiro da educação, já está gerando valor para empresas de educação.

[00:34:07.16] – Reynaldo Gama

Já gerou. Vai continuar gerando, né? Porque não vai parar. Eu acho que tem um trabalho de novo de cultura. Não é só ensinar as ferramentas, né? Porque a pessoa fala, puta, mas daqui a pouco o cara aprendeu a ferramenta, parou. Não, porque a ferramenta ela tá mudando. Sim, cara, daqui a pouco sai o GPT-5.5, daqui a pouco sai o Perplexity XPTO, daqui a pouco sai— a ferramenta ela tá evoluindo e são muitas, como a gente comentou. Então não vai parar. E de novo, Não é só sobre a ferramenta. Sim, tem um aspecto cultural, tem um aspecto de reskilling, tem um aspecto das pessoas entenderem que é um— eu tava conversando recentemente, nossa, com uma pessoa que falou assim para você, Reynaldo, eu fico imaginando, tô me sentindo que nem o meu pai quando chegaram os computadores. Tipo, putz, vai acabar, não quero aprender isso, putz, que isso aqui vai acabar com tudo. E é um pouco, e esse sentimento, e vale muito falar isso assim, ele não é geracional não. Porque se você perguntar para o cara de 18 anos que tá entrando na faculdade, para o cara de 60 anos que é CEO de uma empresa, as preocupações com o futuro são de incerteza.

[00:35:34.14] – Reynaldo Gama

Óbvio que esse aqui tá muito mais preocupado como é que ele— mas ambos têm preocupações do que vai. Ninguém tem a certeza, ninguém tem que estar mais ali, não é por causa de um que tá mais maduro, não. A gente tá vivendo onde todas as gerações estão com uma pulga atrás da orelha do que que vai ser. Não tem ninguém que tá aqui em berço esplêndido que tá ali, puxa, cara, Eu tô com a vida feita aqui, isso aqui não vai me pegar, eu tô, eu tô acima da superfície. Não, tá todo mundo entendendo que precisa se mexer, de 18 anos, de 15, aos de 60, 70 anos que tá ali no mercado de trabalho.

[00:36:12.23] – Filipe Xavier

E mais do que se mexer, descobrir aonde tá na jornada que você contou, né? Você tá descobrindo, você tá olhando mais a fundo, você tá executando, onde tá você nessa jornada?

[00:36:23.01] – Reynaldo Gama

Exatamente.

[00:36:23.17] – Filipe Xavier

Isso vai ajudar muito a você poder transitar nesse ambiente transformador que a gente está. Acho que esse é um bom insight dessa nossa conversa aqui com o Reynaldo hoje.

[00:36:34.12] – Fred Pericini

E papo bom passa rápido.

[00:36:37.17] – Reynaldo Gama

Já foi? Já?

[00:36:38.23] – Filipe Xavier

Rapidinho assim?

[00:36:39.05] – Fred Pericini

Impressionante.

[00:36:40.05] – Reynaldo Gama

É que eu também falo mais que a boca aqui.

[00:36:41.26] – Fred Pericini

Cara, muito obrigado. Reynaldo, foi muito interessante te ouvir, ver como a educação executiva está já abocanhando e surfando a onda da AI. Só te agradecer, tenho certeza que todo mundo aprendeu assim como nós aqui na mesa.

[00:37:02.29] – Filipe Xavier

Total, bom demais. E interessante ver a inteligência artificial, Fred, transformando coisas que são consolidadas, né? Uma Singularity, um nome extremamente potente, você trazendo inteligência artificial para isso.

[00:37:18.18] – Reynaldo Gama

Acho que esse também tem uma coisa, cara. Primeiro, obrigado pelo bate-papo incrível, as perguntas aqui, É um prazer falar com vocês aqui. E tem uma coisa que a gente tem começado a olhar para educação, que é: todo mundo tá perguntando o que muda, né? Mas o que vai mudar, Reynaldo? O que vai mudar na educação? O que vai mudar no mercado de trabalho? O que vai mudar? A gente tem começado a questionar o que não muda.

[00:37:43.27] – Filipe Xavier

E o que não muda?

[00:37:44.25] – Reynaldo Gama

E o que não muda? Então, quando a gente fala de educação, o professor vai ter um papel muito fundamental. Utilizando obviamente as ferramentas, mas como um tutor, como mentor, como um guia, como um— então tem coisas que não vão mudar. E também tem que se olhar o que não vai mudar para se também fazer o reskilling disso, de entender, de ir para isso que não vai mudar. Então é óbvio que a gente tá olhando o que muda, o que vai mudar, o que, né, para onde que a gente tem que ir. Mas também tem um lugar do que não muda, né? A gente na HSM, na Singularity, a gente tem falado muito sobre você tem que olhar sim o que é tendência, mas também tem que focar no que é essência. Então tem coisa que é essência, tem coisa que não muda, tem coisa que você vai, né, que o humano ele vai continuar fazendo e que vai precisar muito ali de uma outra abordagem, com outro olhar, com mais cuidado. Então Isso é uma parte também bacana de trazer para educação.

[00:38:49.01] – Filipe Xavier

Bom demais! E a essência é o que nos faz únicos.

[00:38:51.23] – Reynaldo Gama

Perfeito, exatamente isso aí.

[00:38:54.09] – Filipe Xavier

Felipe, Fred, AI First Cast e SoftBank ficam por aqui. Um baita episódio para quem nos acompanhou. Rinaldo, obrigado aí.

[00:39:02.07] – Reynaldo Gama

Obrigado, foi um prazerzasso, gente.

[00:39:03.19] – Filipe Xavier

Valeu demais.

[00:39:04.03] – Reynaldo Gama

Muito obrigado, obrigado, valeu demais.

APRESENTADORES

Quem apresenta o AI First Cast

Fred Pericini

Fred Pericini

Co-fundador da Agência F2F, Engenheiro de Produção pela UFSCAR, empreendedor com mais de 10 anos de experiência em Marketing Digital, foi consultor na McKinsey, diretor comercial do Groupon Brasil e Groupon China.

Filipe Xavier

Filipe Xavier

Especialista em marketing digital, branding e estratégia de conteúdo. Experiência c-level, visão ampla de comunicação e tecnologia e entusiasta early-adopter de inteligência artificial.